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domingo, 16 de setembro de 2012

Aeroporto brasileiro ou europeu!?

Em tempos de discussão acalorada sobre os aeroportos brasileiros, segue uma foto da situação internacional. A foto abaixo é do Aeroporto Orly, em Paris. Para quem não sabe, em Paris - França, existem dois grandes aeroporos, o Charles de Gaulle (CDG) e Orly. A TAP, de Portugal, tem suas operações neste último, mais próximo do centro de Paris. Em minha última viagem, deparei-me com esta situação, um ônibus completamente lotado para embarque remoto, sem contar a espera e a confusão para o embarque, pois as atendentes não se entendiam sobre as pessoas com mobilidade reduzida, se iam no ônibus, nos veículos especiais, se acompanhadas, sozinhas, enfim, uma séria de procedimentos ainda não muito amadurecidos.

Desta experiência, tenho duas questões que precisam melhor ser trabalhadas não somente no exterior, mas também no Brasil:
 
1. Como lidar com um crescente número de usuários nos aeroportos: aumentar o aeroporto, construir outro, melhorar a gestão... muitas questões precisam ser levantadas e respondidas rapidamente. Aumentar os aeroportos os torna operacionalmente também complexos e delicados. Longas caminhadas nos terminais, conflitos com a comunidade local, falta de espaço físico para a construção de novos terminais, etc. O uso de novas tecnologias pode ser uma das respostas, diminuindo o tempo que de fato o passageiro passa no terminal, como processos mais rápidos de despacho de bagagens e check ins automatizados (Já utilizados pela Iberia). No Brasil, somente em grandes aeroportos é utilizado totens de check in (autoatendimento), mesmo assim não em todos. Em Belém, por exemplo, a Gol não utiliza. Há ainda algumas opções on line, porém devido a baixa qualidade do acesso a internet pelo interior do Brasil, também é pouco utilizada;
 
2. A questão das prioridades: hoje, numa chamada rápida quase 40% do voo tem algum tipo de prioridade: clientes platinum e/ou gold, tarifas especiais, pessoas com mobilidade reduzida, idosos, adultos com crianças, sem contar seus acompanhantes. Num recente voo de Recife para Belém, quando a atendente fez a primeira chamada, umas 40 pessoas se levantaram, entre clientes e pessoas com necessidades diversas. Será que embarcar as prioridades realmente agiliza o embarque? Ao meu ver, em diversas voos, mais atrapalha do que agiliza, pois no tempo que é feito até constrange as pessoas. Num recente voo partindo de Belém, chamaram dois cadeirantes para embarque prioritário, mas logo em seguida, devido ao horário do voo, chamaram os demais passageiros, resultado: ficamos no finger, em pé, aguardando os cadeirantes serem ageitados, pede licença daqui, dali, ageita as cadeiras de roda, uns bons 10 minutos. Clientes platinum ou que pagam mais caro (tarifa flexível ou top) são prioridades como os de mobilidade reduzida? Para algumas companhias aéreas, embarca todo mundo junto. Organizar os cliente spor área dentro da aeronave, de acorco com as fileiras onde estão sentando, tem dado mais resultado.
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