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domingo, 17 de março de 2024

Ilha do Mosqueiro pede SOCORRO!

A Ilha do Mosqueiro, também conhecida como a "bucólica", é uma das principais ilhas turísticas localizadas na foz do rio Amazonas, com mais de 10 praias fluviais de água doce, cuja principal característica é a formação de ondas durante as marés altas, a ilha, desde o período da borracha, vem sendo explorada como uma instância de lazer e entretenimento muito popular. O acesso a região foi bastante facilitado a partir da construção da ponte Sebastião de Oliveira (localizada no sul da ilha, no limite com o município de Santa Bárbara) e, hoje, a ilha configura entre os principais destinos e produtos turísticos da capital paraense, fato que não tem sido acompanhado por investimentos públicos na ilha, a falta de gestão administrativa é visível por todo lado (este final de semana, 16/3/24, estive a passeio a ilha):

1.Invasões de terra: na região do entorno do pórtico, há invasões para todos os lados, bairros inteiros podem ser vistos a partir da estrada, desmatamento e muito lixo tornam a visão de chegada a ilha uma decepção.

Invasões são visíveis em vários pontos da estrada, muito lixo e desmatamento!

2.Pórtico caindo aos pedaços: quem passa pelo pórtico de entrada se pergunta "e se cair algum daqueles pedaços de madeira?". Uma insegurança total, dezenas de pedaços do pórtico já caíram e muitos estão pendurados.

A pórtico de Mosqueiro está visivelmente deteriorado, dezenas de pedações já caíram e outros estão pendurados.

3.Orla do Marauh e Estrada do Caruara: a falta de investimentos e abandono são perceptíveis por toda a ilha, na praia do Marauh, por exemplo, o que seria a nova orla com "verba garantida" não passou de um pequeno muro que agora atrapalha o acesso das pessoas a praia, além de deixar o local com uma vista horrorosa. A estrada do Caruara é muito estreita, mal circulam dois veículos lado a lado, muitos buracos e o asfalto de péssima qualidade, deixando a viagem dos visitantes bastante desconfortável.

Imaginem quando um visitante chega nesta praia e se depara com este muro no meio do acesso à praia?

A estrada de acesso as praias é muito ruim, com dezenas de remendos e estreita.

4.Avenida Beira Mar: circular pela avenida Beira Mar em Mosqueiro, em si, já é um passeio, pois seguimos margeando a grande baía de Marajó e de onde podemos observar trechos do Marajó e de ilhas mais próximas a Belém, como o norte da ilha de Cotijuba, mas há mais de 5 anos dois trechos da orla estão interditados e sem previsão de liberação. Já faz tanto tempo que no Google Maps conseguimos avistar as barreiras que interditam uma parte da orla.

Dois pontos da orla estão interditados há muitos anos, sem previsão de liberação.

A população local sobre, o setor de turismo, lazer e entretenimento também sobre... Mosqueiro está precisando de um choque de gestão e investimentos, assim como ocorre em Salinas... o jeito que está, Mosqueiro pede SOCORRO!

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Santa Barbara (PA): Paraíso das Águas!

A Região Metropolitana de Belém possui mais de 2 milhões de habitantes e 6 municípios (Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides, Santa Barbara e Santa Izabel), além de inúmeras atrações urbanas e naturais. Em sua área rural, localizada ao longo da BR 316 e outras estradas estaduais, os destaques são as mais de 100 fontes e nascentes já catalogadas, proporcionadas pelo extenso aquífero localizado ao longo da área metropolitana. Neste cenário semiurbano e rural, com parte da floresta amazônica ainda preservada, destaca-se o município de Santa Barbará, um verdadeiro paraíso das águas.

A cidade de Santa Barbara esta localizada a 50km do centro de Belém, capital do estado. Com cerca de 23 mil habitantes, a cidade foi fundada a partir do desmembramento do município vizinho, Benevides. O grande destaque local são os balneários (áreas de lazer e recreação), com praias, piscinas naturais e muitos igarapés de águas mornas, geladas, transparentes e mesmo barrentas, o que não falta são opções para os banhistas se refrescarem neste próximo verão.

O acesso ao município e aos balneários é feito pela BR 316 (Pará - Maranhão) e pela PA 391 (Acesso a Ilha do Mosqueiro), em seguida, algumas estradas locais, como a do Genipauba (acesso pelo distrito de Pau D`Arco) e muitas vicinais de terra (em boas condições de tráfego) facilitam a chegada a dezenas de igarapés. Vamos conferir os principais:

Sítio do Miguel: próximo ao centro da cidade, ótimo para eventos.

Baicu: igarapé aberto de águas claras.

Kainagua: com muita área livre, campo de futebol e muito espaço para banho.

Maurícia: na verdade não é um igarapé, mas uma ponta de rio com praia, próximo ao sul da Ilha do Mosqueiro, com formação de praias de rio na maré baixa. Destaque para os fortes ventos e a paisagem tipicamente amazônica.

Meu Xodó: uma dos mais charmosos, com uma imensa piscina de água mineral, direto das nascente.

Meu Xodó: deques de madeira em forma de pontes por toda a área da piscina facilitam o acesso.

Fazendinha: dentro de um condomínio local, possui bar molhado.

Lagoinha: com piscina e cascata de água verde-azulada é um dos que possui melhor infraestrutura.

Pousada Lagoinha: após horas de banho que tal se hospedar? Preço acessível, café manhã e quartos completos (frigobar, ar condicionado e internet) prometem um bom descanso até o próximo dia.

Dicas da região:

Hospedagem:
- Pousada Lagoinha: a partir de R$ 150,00 reais para três pessoas, com café da manhã.

Gastronomia:
- Empada e Pizzaria do Jefferson;
- Peixes da região, inclusive tambaqui (criado em cativeiro);
- Refeições entre R$ 20,00 e R$ 150,00 reais nos principais balneários;

Entradas:
- Gratuitas a R$ 5,00;

Forma de pagamento:
- A maioria dos balneários somente à vista, poucos aceitam cartão de débito e crédito;

Alguns cuidados:
- A maioria dos igarapés não possui sinalização de profundidade, antes de mergulhar, se certifique do local mais adequado;
- Evite acidentes em áreas não sinalizadas;
- Dias de manutenção: de segunda a quarta, consulte antes da visita.

Curiosidades:

- Lenda da Cobra: os moradores locais contam que quando uma mulher teve filhos gêmeos, um nasceu em forma de cobra e mesmo sendo aconselhada a matar o filho serpente, terei jogado o filho num rio localizado próximo ao centro da cidade. Até hoje, todos estão vivos!


Colaboradores: alunos do curso de Qualidade no Atendimento ao Turismo pelo PQTUR - Programa de Qualificação em Turismo da Setur - Secretaria de Turismo do Pará, executado em parceria com o Senac - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - Alison Reis, Ana Sousa, Antônio Santos, Cristiano Oliveira, Emily Silva, Gabrieli Silva, Gissely Ferreira, Jaqueline Silva, Jefferson Silva, Jessica Paixão, Marcos Silva, Maria Barata, Maria Machado, Matheus Damasceno, Nara Barata, Paulo Conceição, Stefany Silva, Suzana Lima, Vanilsa Lima e Veracir Santos.

Fotos: Michel Platini.

Apoio: Prefeitura Municipal de Santa Barbará, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte, Turismo e Lazer.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Mosqueiro abandonada pela Prefeitura Municipal de Belém!

A ilha do Mosqueiro, a pouco mais de 70km do centro de Belém, já teve dias melhores. A bucólica, como também é conhecida, possuía ruas mais limpas, orla conservada e uma política de valorização turística, pelo menos na época do Carnaval. Atualmente, a ilha passa por um processo quase irreversível de degradação, com uma visão pouco empreendedora da Prefeitura Municipal de Belém, a ilha não passa por manutenção regular e os problemas se acumulam por todos os lados.

Infelizmente, a administração atual da Prefeitura Municipal de Belém não possui uma visão de conservação das ações feitas, após a inauguração de uma praça, por exemplo, não há uma cultura de manutenção dos espaços, o máximo que se faz é cortar a grama, isso quando os moradores reclamam. A situação, por exemplo, que esta a Praça da República é reflexo deste tipo de política, a Prefeitura, em vez de conservar os espaços, o que seria mais barato, espera uma deterioração geral para realizar alguma ação. Depois alega que precisa fazer uma licitação para reformar a praça, um absurdo, e lá se vão meses. E assim estão outros prédios e monumentos públicos, como a Praça Waldemar Henrique e o Solar da Beira no complexo do Ver-o-Peso.

Voltando a ilha do Mosqueiro, a mesma precisa de uma urgente valorização. Neste quesito, a PMB poderia se inspirar em algumas atrações turísticas, como a Estação das Docas, Mangal das Garças, Polo Joalheiro, entre outras, que estão há anos da mesma forma, sem grandes reformas, apenas recebendo a manutenção devida. Alguns registros do descaso com a Ilha do Mosqueiro, apesar de encantar dezenas de turistas:

A obra do novo trapiche sem data para começar, de responsabilidade do Governo federal. A obra tem visíveis sinais de abandono.

Por toda a ilha, a orla precisa de uma urgente revitalização, há pontos em quase todas as praias precisando de urgente atenção.

Uma ideia interessante seria a ilha ser administrada pelo Governo do Estado e transforma-la num polo pesqueiro e turístico. Nas mãos da Prefeitura Municipal de Belém, a ilha sobre com problemas de toda a ordem.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Picktur: um fenômeno ignorado!

A popularização do turismo é um fato para muitas localidades do Pará: Salinas, Mosqueiro, Cametá, Vigia, Ourém, Bragança, Santarém, entre outros, recebem milhares de visitantes em diversas datas ao longo do ano. Contudo, alguns destes destinos estão sendo explorados por um tipo de fluxo que esta à margem de políticas públicas, de regulamentação e pouco estudado: o Picktur.

Esta denominação, talvez pejorativa, faz alusão aos piqueniques muito comuns em regiões de praia em diversos cantos do Brasil, geralmente, feito por pessoas de baixa renda, que carregam consigo todo tipo de produto que irão precisar na praia, como por exemplo: comida, bebidas, cadeiras, entre outros objetos; consumindo, desta forma, poucos serviços e produtos na localidade receptora. Estes fluxos causam um grande impacto nas atrações, equipamentos e serviços de uma cidade, tanto que muitas cidades do litoral paulista e carioca possuem leis regulamentando a entrada de veículos de turismo popular, proibindo-os de circular no centro da cidade por exemplo, designando áreas para estacionamento e, eventualmente, cobrando por estes espaços. 

No Pará, o Picktur, turismo popular, de fim de semana ou outra denominação parecida, ainda é um fenômeno completamente ignorado pela academia e pelo poder público. Entre os dias 14 e 16 de agosto de 2015 fiz um levantamento simples da movimentação destes grupos entre os balneários (pequenos igarapés ou mesmo rios, com uma infra estrutura básica de recepção de visitantes ao longo de estradas, vilas, povoados ou cidades pequenas), localizados entre Belém e Salinas, num trecho de 220km. Eis alguns resultados:

Veículos de turismo envolvidos: 70, sendo cerca de 50% na praia do Atalaia em Salinas.
Média de público: 40 pessoas por veículo.
Movimentação econômico projetada* para um ano: R$ 8 milhões de reais.
  
Os igarapés de água escuro e gelada existem as centenas na maioria das estrada do Pará e com a facilidade de acesso, muito passaram a explora estas atrações ofertando alimentação e bebidas e, eventualmente, cobrando pelo acesso.

Alguns balneários viraram espaços bastante requintados, com uma excelente infra estrutura, hospedagem e boa gastronomia, alguns com extremo zelo ambiental e preocupados com aspectos de sustentabilidade e educação ambiental. 

Em Salinas, a procura deste tipo de turismo é tão elevada que já foi criado pela Prefeitura de Salinas e pelo Governo do Pará um estacionamento na entrada da praia para diminuir os problema de trânsito na entrada da praia. Muitos turistas são transportados por empresas não regularizadas, em veículos muito antigos e com problemas de manutenção, o que de certa forma barateia os preços e possibilidade este tipo de atividade de lazer.

Em meio a este cenário, as empresas de transporte regular, como esta da cidade de Castanhal, no nordeste paraense, ainda são a minoria, devido aos preços elevados e a indisponibilidade de veículos. 

Em alguns balneários, como Salinas, é possível, mesmo fora da temporada, observar grupos e veículos de outras estados próximo visitando a região, como este de Imperatriz.

* Considerando o valor do frete de veículos de turismo no Pará, em torno de R$ 2.500,00 por dia mais gastos com alimentação e bebidas da ordem de R$ 60,00 por dia, por pessoa.  

quinta-feira, 1 de maio de 2014

A beleza do mau tempo: Mosqueiro!

No estuário do rio Amazonas, próximo a Belém, localiza-se uma ilha pitoresca, Mosqueiro. Pertencente ao município, esta a pouco mais de 70km do centro da capital paraense. Aonde o rio parece mar, na verdade, do outro lado, esta a ilha de Marajó e no sentido nordeste o Oceano Atlântico. Próximo a linha do Equador, por onde sopram os ventos alísios, formam-se intensas e rápidas tempestades, uma beleza de tirar o fôlego!
Turistas aproveitam o banho de rio (Amazonas e Tocantins) enquanto admiram as nuvens em formação!

Lá vem a imensa cortina de água, com muitos ventos, refrescando o calor amazônico. 

No meio da tempestade, abre-se uma janela, sinal de uma breve trégua nos meses das águas!

Ops, lá vem a próxima, mais forte que a primeira. Turistas bronzeados, ora de partir!

Curta a ilha do Mosqueiro e desfrute de paisagens exóticas, banho de rio e este cenário natural impressionante!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Mosqueiro, imagens raras!

A bucólica Ilha do Mosqueiro, a 80km do centro de Belém (via rodoviária), tem atraído muitos visitantes em 2012, somente a Enjoy realizou mais de 30 operações na ilha este ano, um aumento de 100% em relação a 2011. Melhores preços e parcerias tem tornado a ilha mais acessível ao visitantes.
Ponte sobre o Furo das Marinhas, beleza monumental no acesso a ilha!
 
Imagem de Nossa Senhora do ò, uma raríssim imagem de Nossa Senhora grávida!

A imagem em detalhe!

domingo, 4 de novembro de 2012

Círio 2012, mais registros!

Caros leitores, segue mais alguns registros do período do Círio 2012...

A Vale mandou o seu E-jet.
A Vale para atender a demanda interna de viajantes mandou uma das aeronaves de sua frota própria, o Embraer 195. A rota foi Belo Horizonte - Carajás - Belém.
 
Muitos grupos visitando o Santuário de Nossa Senhora de Nazaré. A Companhia de Trânsito de Belém fez a sua parte, coordenando a área e permitindo que os veículos parassem próximo ao local de visita.
 

Empresas de transporte regular de passageiros também trouxeram grupos a Belém, mas não contraram Guias de Turismo para as visitas, resultado: turistas perdidos, perguntando sem saber o que exatamente estavam vendo. Viram mais não entenderam nada! 

Grupos pequenos do interior do estado também estivem em Belém!

Muitos grupos foram a famosa ilha do Mosqueiro para um impedível banho nas águas dos rios Amazonas e Tocantins.

Grupo do Maranhão: o maior número de visitantes vem do Nordeste do Brasil!

Grupo de Imperatriz (MA)!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Visita a Mosqueiro potencializa parcerias e roteiros

Recentemente, a Paratur e diversos operadores realizaram uma visita técnica a famosa ilha do Mosqueiro, a 70km do centro de Belém. A intenção da visita é potencializar o número de visitantes para o local, principalmente a partir dos eventos realizados na cidade. Identificou-se um grande encarecimento do produto nos últimos anos: o tour de um dia está na faixa de R$ 180,00 reais por pessoa, mínimo de dois passageiros para a confirmação da saída. O aumento dos preços fez a demanda cair na mesma proporção, dificultando o crescimento da oferta de novos serviços na ilha e ameaçando os existentes.

De forma a contornar parte desta problemática, os operadores se comprometeram a diminuir os preços cobrados pelo passeio a ilha e o restaurante local, que atende a demanda durante todo o ano, baixou o custo operacional para guias e motoristas; além de oferecer uma opção de trilha na área do hotel para os visitantes mais aventureiros e disponibilizar parte da estrutura para novas experiências. Seguem algumas fotos da visita:
Tapiocaria no centro da vila, uma ótima opção para o café da manhã. 

A cultura e modernidade se encontram aqui. Ao lado do histórico coreto acesso a internet de alta velocidade, com o Navegapara.

Passeios de barco, uma ótima opção para conhecer o interior da ilha.

Restaurante do hotel Fazenda Paraíso. 

Excelentes pratos da culinária regional.

Muitas curiosidades na trilha ecológica.

Uma jovem samaumeira nos saúda no início da caminhada.

Hotel Fazenda Paraíso e seu Centro de Convenções ao fundo.

Parte da comitiva que integrou a visita a ilha. 

Ufa... um dia proveitoso!

Resultados:
- A iniciativa já vem apresentando alguns resultados positivos, ao longo do mês de maio, por exemplo, somente a Enjoy Tours realizou mais de 5 operações para a ilha;
- A curto prazo, espera-se melhores fluxos para a ilha. A expectitativa para 2012 é operar pelo menos mais 30 roteiros até a ilha, apenas de um operador, o que equivale a praticamente todas as operações de 2011 de alguns operadores tradicionais; 

Dicas:
MOSQUEIRO
A Bucólica, como é popularmente conhecida, apresenta a seus visitantes belas praias de água doce com ondas, banhadas por parte dos rios Amazonas e Tocantins; além de casarios tão belos quanto à vegetação que cerca os furos e rios da ilha. Distante cerca de 80km do centro de Belém, a ilha tem cerca de 243km2 e 16 belíssimas praias, é ligada ao continente pela ponte Sebastião de Oliveira. O passeio inclui visita a vila, com parada para saborear uma das deliciosas tapiocas (não inclusas), visita panorâmica as principais praias e tempo para banho e almoço na praia do Paraíso.
Saídas: Diárias, às 09:00h         Duração: 7h                Valores por pessoa: R$ 130,00Onde adquirir passeios com preços reduzidos:
Brazil Amazon Turismo e Enjoy Tours, a partir de R$ 130,00 por pessoa

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Sobrevoando a foz do Amazonas!

Uma das experiências mais intensas na Amazônia é sobrevoar a foz do rio Amazonas, experiência proporcioanada por um voo panorâmico na parte leste da ilha de Marajó, também chamada de rio Pará. O voo começa no aeroclube de Belém, com uma rápida passagem por algumas atrações da orla da cidade (Ver-o-peso, Feliz Lusitânia e Estação das Docas). Depois seguimos para a região das ilhas do entorno de Belém: das Onças, Cotijuba, Outeiro e Mosqueiro, sobrevoando a baía do Guajará. O melhor estar por vir, a travessia da baía de Marajó, que junta um impressioannte volume de água dos rios Amazonas, Tocantins e afluentes menores. Uma visão inesquecível até a chegada a costa leste da ilha do Marajó... Salvaterra, Soure, praia do Pesqueiro, mangues, praias selvagens... bem, melhor conferir nas fotos:
 Ilha das Onças, muito verde dou outro lado da baía do Guajará.

 Praias selvagens da ilha de Marajó.

 Vila histórica de Joanes.

 Praia Grande de Salvaterra.

Praia da Fazenda São Jerônimo, imperdível! 

Praia do Pesqueiro! 

Aeroporto de Soure! 

Olha o rio Amazonas na janela! 

Praia do Paraíso, na ilha do Mosqueiro. 

Ponte de acesso do continente a ilha do Mosqueiro, "só" 1,5 km de travessia. 

Lago Água Preta que abastece Belém.  

Região central de Belém antes do pouso.

Dicas para melhor aproveitar o passeio:
- Utilize serviços de uma agência de viagens;
- Esteja acompanhado de um Guia de Turismo, para estar informado de todas as curiosidades da região;
- Valor por pessoa: a partir de R$ 500,00 por pessoa (mínimo de 4 pagantes adultos), com traslados a partir do hotel;

Agradecimentos:
- O passeio foi promovido pela Amazon Star, especializada em turismo receptivo na Amazônia!