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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Novos horizontes e desafios para o Turismo no Pará e na Amazônia

O futuro governo do Pará já deu sinais que o turismo será prioridade. Antes mesmo de assumir, solicitou a Assembléia Legislativa um aumento de verba de custeio para o Órgão Oficial de Turismo do Estado, a Paratur. Enquanto isso, o Aeroporto Internacional de Belém deve atingir um recorde de movimentação de passageiros, com 2,5 milhões de pessoas movimentadas entre embarques e desembarques. Se a taxa de crescimento continuar alta, o terminal deve atingir sua capacidade operacional nominal já em 2011, de 2,7 milhões de passageiros.
Na Amazônia, o incremento e retomada de rotas e vôos internacionais prometem trazer novos visitantes para a região. Em 2010, a Amazônia, apesar de não ter um crescimento considerável de novas cidades atendidas, contou com a criação de novas rotas e a entrada de novas companhias em alguns mercados, o que reforçou a concorrência, baixando os preços.
A capital do Amazonas, Manaus, está passando por uma reviravolta para atender as perspectivas da Copa de 2014. Além das obras estarem dentro dos prazos previstos, o sucesso da capital amazonense anima também os estados vizinhos, esperançosos em receber parte dos visitantes que estarão por aqui durante a Copa.
Os estados de Rondônia e Acre passam por um grande crescimento econômico, atraindo o público de negócios, assim como muitas cidades do interior do Pará (Marabá, Altamira, Parauapebas, Paragominas e Carajás). 2011 promete ser de consolidação de investimentos e de retomada dos investimentos na área de Turismo em toda a Amazônia. Estaremos de olho e informando vocês, leitores, de todas as novidades.

Ainda em abril de 2008, o Ministério do Turismo organizou um evento para discutir o que de certa forma já se sabia, que para a Copa de 2014, os desafios são muitos. Entre os 4 eixos principais da análise: Mobilidade, Acessibilidade, Hospedagem e Qualificação, a preocupação era a mesma, como atender a toda esta demanda com poucos recursos, elevados índices de corrupção e burocracia. Para a Amazônia, alia-se a questão geográfica, que dificulta o andamento de obras e provoca previsíveis aumentos de orçamentos. Em vários estados da região, há diversas obras importantes, mas que não andam dentro dos prazos previstos: Passarela na BR316 de acesso a Belém; ponte ligando o Amapá a Guiana Francesa; atraso na conclusão do Aeroporto Internacional de Macpá; etc.

Se as obras de infra-estrutura não andam a contento, a qualificação ainda nem começou. Em todos os setores da área de turismo na Amazônia faltam mão de obra qualificada: agênciamento, condução de visitantes, transportes e hotelaria. Os exemplos são muitos: faltam pessoas que dominem outro idioma na área de hotelaria e condução de visitantes; pessoas capacitadas para operações de receptivo e emissivo turístico nas agências de viagens, etc.

Diante de tantos aspectos um tanto negativos, as perspectivas para os próximos anos não seria muito positiva. Contudo é neste cenário que estão as melhores chances de crescimento, qualificação e mudança. O desafio é permanente e as chances de sucesso também, devemos olhar este horizonte de forma positiva e profissional, chega de improviso, sejamos audaciosos, vamos transforma o futuro da nossa região.
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