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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

WI-fi na Amazônia: Pará lidera!

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dos 84 municípios que fornecem acesso à internet via conexão Wi-Fi da região Norte, 46, ou seja, mais da metade, estão em território paraense. O Navegapará, programa do Governo do Estado do Pará, implantado de forma conjunta pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e pela Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará (Prodepa), tem contribuído bastante para que o Estado tenha o maior percentual (32%) de prefeituras conectadas e que oferecem acesso à internet entre os estados brasileiros.
 
O estado do Amazonas está em segundo lugar, com 29%. É a primeira vez que o IBGE levanta dados sobre oferta de conexão sem fio por prefeituras. Os dados foram coletados em 2012. Ampliar o acesso à internet não é apenas democratizar o acesso às tecnologias da informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. É também simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. "Quem tem acesso à internet não é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, que compõe o universo digital, mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida", afirma Leila Daher, diretora de Projetos Especiais da Prodepa, responsável pelo Navegapará. Os dados divulgados em julho mostram também que os programas de acesso à internet estão concentrados na região Sudeste, onde estão 263 dos municípios com wi-fi para a população e 249 das iniciativas gratuitas.
 
A segunda região com mais pontos públicos é o Nordeste, com 190, seguida de perto pelo Sul, com 180. O Norte tem 84, enquanto o Centro-oeste, 78 cidades com oferta pública de internet. Apesar de numericamente ter poucas iniciativas, a região Norte se destaca em relação ao percentual de municípios com algum tipo de programa – 18%. No Sudeste, por exemplo, o índice é de 15%. O programa Navegapará está integrando o Pará por meio de acesso livre em lugares públicos, infocentros e atendimento à rede governamental no Estado. Atualmente, ele está presente em 62 municípios do Pará, com 98 pontos de acesso livre e 177 infocentros. São beneficiados pelo programa órgãos do governo, escolas, delegacias, hospitais, além de prefeituras e entidades do terceiro setor. O programa é referência em projeto de infraestrutura e inclusão digital, servindo inclusive como modelo técnico para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e para outros estados. Ainda segundo o instituto de pesquisa, o fornecimento de conexão Wi-Fi por parte das prefeituras ocorre prioritariamente em cidades com até 100 mil habitantes ou menos.
 
Das 795 cidades com acesso à internet Wi-Fi no Brasil, 698 estavam dentro desse limite. Realidade completamente diferente do que acontece com o Programa Navegapará, que chega tanto a municípios pequenos, como Acará, com pouco mais de 53 mil habitantes, como a grandes cidades como Marabá e Santarém, com população de cerca de 250 e 300 mil habitantes, respectivamente, além da capital, Belém, que tem mais de dois milhões de habitantes. O Governo do Estado tem atuado para levar o Navegapará às áreas ainda não atendidas e já está buscando novos recursos e parceiros. A ideia é estabelecer convênios com entidades e prefeituras municipais, de modo que elas possam investir na sustentabilidade financeira dos infocentros e, em contrapartida, terem acesso à internet de alta velocidade e de baixo custo. "A sustentabilidade do programa é um grande desafio. O projeto tem que se expandir, primeiro com qualidade, e também com sustentabilidade, buscando parcerias e tentando reduzir os custos, pra tentar chegar em mais cidades, em menor tempo, com menor custo possível. Esse é o objetivo geral do projeto", declara Leila Daher. No que se refere ao acesso via wi-fi, a Prodepa limitou a banda dos hotzones, melhorando o serviço para o usuário. Os ponto de acesso livre eram abertos e algumas pessoas entravam para baixar filmes e congestionava a banda. Com a limitação, o sinal é melhor distribuído, de forma mais adequada, equilibrando o acesso e diminuindo o número de reclamações. Texto: Natia Ney – Prodepa

Link: http://agenciapara.com.br/noticia.asp?id_ver=131451
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