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sábado, 8 de junho de 2013

Controle de preços na hotelaria!

Uma medida interessante, no mínimo também lembra os períodos mais sobressaltados da economia brasileira, na qual o controle de preços era regra para evitar abusos, provocando prejuízos econômicos a diversos setores que não conseguiam repassar aos preços os custos reais dos produtos e serviços. A medida atual não é tão radical, mas assim como em outros setores, o turismo vem sofrendo com a falta de investimentos, o que tem provocado a elevação dos preços, devido a alta demanda e a pouca oferta.
 
No setor hoteleiro, a situação esta ainda mais grave, pois o custo/benefício percebido devido as elevadas tarifas cobradas está próximo de zero. Pousadas no Rio de Janeiro e São Paulo estão cobrando diárias iguais ou superiores a R$ 200,00, até albergues tem cobrado tarifas de hoteis 5 estrelas. O que parece um absurdo, é apenas e velha máxima econômica: mais demanda, pouca oferta, preços em alta. Contudo os excessos devem ser coibidos, pois como já demonstram muitos estudos, o produto Brasil esta caro, com seguidas quedas de diversos mercados emissores tradicionais, como Argentina e Portugal. Neste sentido, vejam a medida a ser adotada pela Embratur e Ministéiro do Turismo:
 
As tarifas hoteleiras definidas pela Match Services - empresa oficial da Fifa para assuntos relacionados à acomodações nos campeonatos mundiais de futebol -, servirão de base para o governo e população identificarem eventuais excessos nos preços de hospedagem durante a Copa das Confederações. A decisão foi tomada em parceria entre representantes da indústria hoteleira e do governo em reunião realizada ontem, no Ministério do Turismo, acompanhada por representantes do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor. “Estabelecemos o caminho do diálogo com os empresários para evitar que a esperteza de poucos prejudique a imagem de todo o País. Essa é a posição do governo”, explicou o ministro do Turismo, Gastão Vieira.

Também ficou definido que a Embratur seguirá monitorando as tarifas de hospedagem nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo. “Não vamos intervir nas leis de mercado, mas também não podemos permitir abusos”, afirmou o presidente da Embratur, Flávio Dino.

Os representantes da hotelaria – Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH), Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) e Fórum de Operadores Hoteleiros (FOHB) –, se comprometeram a se posicionar publicamente sobre o assunto. “Não há dois lados nessa questão, também entendemos que o País passa por um momento importante e somos contra práticas abusivas de mercado, que, de maneira alguma, refletem a atitude majoritária dos nossos empresários”, disse o presidente da FBHA, Alexandre Sampaio.
 
Fonte: panrotas.com.br.
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