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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Porque política e turismo se discutem 3... geração de emprego...

Nos últimos debates desta semana, véspera do segundo turno das Eleições 2010, os candidatos têm se desdobrado sobre muitas questões, entre elas, a geração de emprego e renda. De forma a contribuir com a sua decisão eleitor e esclarecer candidatos sem base para argumentação, seguem os números publicados em 2006 pela FIPE/USP (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica da USP - Universidade de São Paulo), apud Trigo (2009):
Custo de geração de 1 unidade de emprego:
Hotelaria.................R$ 16.198,60
Insdústria................R$ 27.435,20
Cosntrução Civil.....R$ 28.033,00
Siderurgia...............R$ 68.205,90
De longe, o setor de Turismo é o de menos custo efetivo para geração de emprego e renda, ao contrário do siderúrgico, que requer quase R$ 70.000,00 para geração de uma unidade de emprego, sem contar a renúncia fiscal por parte do estado para atrair o investimento. Uma base econômica diversifica é mais sustentável e menos propensa a problemas durante as ciclicas crises econômicas. O objetivo não é priorizar investimento em setores específicos, mas alertar o eleitor que os investimento em um único setor nos torna refém de crises e da flutuação dos mercados internacionais, como foi provado em 2009, quando a Vale desempregou e reduziu a produção para se adequar a retração do comércio exterior.

A geração de emprego e renda, com investimentos em diversos setores da economia, torna a região mas propensa a atrair negócios, empresas e investimentos, além de nos tornar menos vulnerável a crises econômicas. Especificamente, em relação ao setor de Turismo, cabe ressaltar que o mesmo movimenta 52 nichos econômicos, uma verdadeira proeza para geração de emprego. 
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