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segunda-feira, 9 de março de 2015

Belém 400 anos: sem BRT, passe integrado e sustentabilidade!

A celebração dos 400 anos de Belém serviria como uma data mágica, na qual poderíamos nos agarrar em esperança para que nossa cidade fosse um pouco melhor, contudo os atuais projetos estão a "passos de cágado", com as soluções para os principais problemas da capital somente no campo das idéias. Para quem não é da região, cágado é um tipo de quelônio que vive nos rios da região e anda a passos muito lentos, então a expressão "a passos de cágado" sugere algo lento, quase parado.

Comparando com os dias atuais, a cena política de pouco mais de 100 anos atrás era bem mais animada, com Antônio Lemos a pleno vapor, tentando transformar a qualquer custo a realidade da capital. Exageros a parte, grande parte das obras de Lemos continuam a embelezar a cidade, enquanto os prefeitos mais recentes pouco fizeram para a transformá-la. Vamos a alguns problemas crônicos:

Obras do BRT: no ritmo atual, vamos ter que esperar uma década para ser concluído. Por exemplo, a valeta aberta na Av. Augusto Montenegro esta lá há mais de 3 anos.

Acreditem se quiser, na maior Região Metropolitana do Norte do Brasil, Belém, funcionam dois tipos de passes, um de Ananindeua e outro de Belém. Ou seja, caso você queria andar entre os municípios ou você apanha uma linha que corta os dois ou tem que possuir dois tipos de vale ou pagar em dinheiro. Um absurdo!

Uma das promessas há quatro gestões municipais é integrar de melhorar o Passe Fácil (nome do passe público de transporte em Belém) e transformá-lo em passe único, de forma que a utilização para apanhar dois ônibus, por exemplo, não seja necessário pagar duas vezes. 

Sem sustentabilidade: Nesta foto do G1 vemos o famoso Lixão do Aurá e o total desrespeito a Amazônia. Em pleno século XXI e no coração da floresta descartamos o lixo neste formato. Até o momento, Belém não tem nenhum programa sério de reciclagem.

Os projetos de trânsito de Belém também estão todos atrasos, os famosos binários da Pedro Alvares Cabral, Almirante Barroso e de parte do centro foram abandonados.

Belém, 400 anos, o que esperar?
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