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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Economia nas obras dos aeroportos!

Creio que muitas pessoas ao lerem o título deste post devem ter ficado curiosas: como assim... economia? Mas é isto mesmo, ainda há esperança e possibilidades de mudanças significativas na gestão dos aeroportos do país. Vamos aos fatos:

Além de entragar a obra antes do prazo previsto, o Exército ainda devolver R$ 150 milhões proveniente da redução do custo da obra.
aeroporto-reforma
Numa cerimônia fechada, o Exército entregou ontem à Infraero a obra de reforma da pista principal do Aeroporto de Guarulhos. Um trecho de 1060 m – de um total de 3.700 m – foi inteiramente reformado pelo Departamento de Engenharia do Exército, com apoio de empreiteiras privadas.  Em quatro meses de trabalho, em turnos que começavam às 6h e terminavam às 22h, inclusive aos sábados, a pista foi recuperada dentro do prazo (com quatro dias de antecedência) e a um custo 30% inferior ao previsto. Segundo o coronel Carlos Alberto Teixeira, comandante do “Destacamento Guarulhos”, que reúne 137 militares, a pista estará em condições de uso a partir de domingo.

A Infraero vetou a imprensa no evento, que contou com a presença de militares de alta patente, entre eles o general Wagner Oliveira Gonçalves, diretor de Obras de Cooperação do Departamento de Engenharia do Exército. O superintendente da Infraero Guarulhos, Lucínio Baptista da Silva, recebeu o termo de conclusão da obra. Depois, no refeitório da “vila militar” do Exército, no final da Hélio Smidt, o general Gonçalves e o tenente-coronel Teixeira reuniram em almoço cerca de 100 militares e civis envolvidos na obra. Num rápido discurso, o coronel Teixeira emocionou-se ao falar do “desafio” que representou para o Exército entregar a obra dentro do prazo. Ele destacou “o excelente entrosamento” entre civis, militares e empresas. A obra consistiu na construção de duas pistas secundárias de saída rápida, reasfaltamento de 1.060 m, iluminação, sinalização e grooving (ranhuras para facilitar a frenagem). Os demais 2.640 m passarão pela mesma reforma, em datas não fixadas.
Que saudade da ditadura!!!

Fonte: http://cofemac.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=5407&Itemid=9999.

Comentários: Com o dinheiro economizado, aqui na Amazônia, poderíamos terminar o Aeroporto de Macapá que já vai para 10 anos de obras, começar a reforma em Santarém, Altamira e Marabá e ainda sobraria um troco. Parabens ao Exércio Brasileiro e a Infraero, este tipo de notícia deveria ser mais divulgada, isso é exemplo de gestão e responsabilidade com o dinheiro público.
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