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domingo, 29 de julho de 2012

Aspectos da oferta brasileira!

Caros leitores, muito interessante esta pesquisa da Confederação Nacional do Turismo realizada em 2011, principalmente no tocante ao custo dos serviços turísticos no Brasil e em particular as impressões dos visitantes sobre a Amazônia:

Na hora de o turista brasileiro decidir o destino de sua próxima viagem dentro do próprio país há pelo menos duas preocupações que podem pesar e, muito, na escolha do local a ser visitado: a hospitalidade e as condições socioeconômicas. Além disso, o custo pode levar à mudança para um roteiro internacional.
É o que aponta uma pesquisa encomendada pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e a CNTur (Confederação Nacional do Turismo). O levantamento foi feito no período de 9 de agosto a 29 de setembro do ano passado, quando foram ouvidas 100 pessoas de ambos os sexos das mais variadas idades das classes C e B em cinco localidades: Brasília, São Paulo, Belém, Porto Alegre e Salvador.
Na escolha do Nordeste foi apontada como favorável o contato com o sol, a praia e a boa hospitalidade da população. Mas muitos classificaram como desagradável estar diante das desigualdades sociais em um momento de lazer.
Já que no refere ao Sul do país, a pesquisa mostrou que o turista vê com simpatia a possibilidade de desfrutar do clima frio e, eventualmente, do cenário de neve bem como de cidades limpas e organizadas. Também foi destaque a alta expectativa em torno da qualidade de serviços a serem encontrados nessa região. No entanto, ficou evidente o ponto negativo da "pouca hospitalidade e receptividade da população", ao que foi atribuído à influência das culturas europeias.

Pedro Carrilho/Folhapress
Praia de Copacabana; Rio é cidade que mais recebe eventos internacionais no Brasil
 
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No Sudeste, entre as preferências estão a culinária mineira e a diversidade de oferta sobre o que fazer na capital paulista. Quanto ao Norte do país, prevaleceu a vinculação dessa localidade com a exuberante natureza da Amazônia e de aspectos exóticos como a população indígena. A ressalva é a de se estar sujeito ao cansaço e a estresse pela falta de infraestrutura e dificuldade de locomoção.
O levantamento mostrou ainda que existem nichos a serem explorados nos mais variados segmentos que inclui entre outros o ecoturismo e turismo de aventura; cultural; religioso; turismo de estudos e intercâmbios e rural. De acordo com os responsáveis pela pesquisa, entre os desafios do setor está o de reduzir os custos para diminuir os preços sob pena de as empresas perderem clientes para opções mais baratas fora do país. Para a CNTur a pesquisa deve auxiliar os empresários a tomar decisões de investimentos nesse momento que antecede à Copa do Mundo, em 2014 e, às Olimpíadas, em 2016. Dados do CNTur indicam que o setor tem em torno de 2 milhões de empresas com uma participação de 3,6% no PIB (Produto Interno Bruto) e obteve um faturamento, em 2011, de R$ 127 bilhões. Apesar disso, conforme os dados, enquanto o Brasil recebe 5 milhões de turistas estrangeiros, na Ucrânia, esse número é mais de quatro vezes maior, atingindo os 21 milhões.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/turismo/1119151-pesquisa-aponta-que-turismo-interno-enfrenta-barreiras-no-brasil.shtml.
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