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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Uma volta pelos aeroportos do Brasil

Caros leitores, nas últimas duas semanas, tive oportunidade de viajar por este imenso pais, participando do Fórum Panrotas: Tendências do Turismo, em São Paulo; e visitando Natal, no Rio Grande do Norte. Durante as duas viagens, também passei pelos aeroportos de Brasília, Salvador, Natal e Rio de Janeiro (Santos Dummond). Como passageiro e planejador na área de turismo fiquei alarmado com o que vivenciei:
Natal: o Aeroporto de Natal tem apenas 4 pontes de embarque, mas haviam sete vôos no solo. Imaginem o caos, centenas de passageiros sem ter onde sentar, em pé esperando por longos minutos. Os painéis de informações de vôos apresentavam informações conflituosas, como no caso do meu vôo. No painel aparecia “vôo atrasado” e na sala de embarque “embarque imediato”. Cabe ressaltar que agora os aeroportos não possuem avisos sonoros, então imagina se não fosse um passageiro atento, teria pedido o vôo.

São Paulo (Guarulhos): bem, quando imaginei que meus problemas já haviam acabado, eis que chego em São Paulo, exatamente 20 minutos antes da partida do vôo seguinte, que também já estava atrasado. Por conta do número elevado de vôos internacionais neste horário, para vocês terem uma idéia, tinham saídas para: Seoul, Los Angeles, Buenos Aires, Montevideo, Miami, Nova Iorque, Lisboa, Paris, Bogotá, Lima, Santiago, Madri, entre outras. Com tantas saídas internacionais, os dois principais terminais ficam dedicados aos vôos para estes destinos, sobrando para os vôos domésticos as posições remotas. Nos portões 1A, 1B e 1C estavam embarcando 8 vôos. Isso mesmo leitores, havia pelo menos dois vôos para cada portão para embarque. Novos atrasos e o mais irônico, fui de van para o avião, pois faltou ônibus para o traslado até a aeronave parada na posição remota.

Brasília: Ufa, após 30 minutos de atraso partimos para Brasília. Novamente saio correndo pelos corredores do aeroporto para embarcar na última etapa da viagem até Belém. Em Brasília, mais uma situação caótica, havia pelo menos 15 aeronaves paradas em posições remotas embarcando e desembarcado passageiros, com muitos deles em conexão, atrasados, correndo pelos corredores do aeroporto.

Não precisa ser especialista no assunto para ver o quê nos espera em mais alguns anos!
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