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domingo, 13 de junho de 2010

Amazonastur alerta para saturação de aeroporto

Cargas acumuladas e a movimentação de pousos e decolagens operando no limite. Este é o atual quadro do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, a porta principal da região para os turistas nacionais e internacionais, segundo a Amazonastur. O órgão alerta que se a situação não melhorar o mercado de turismo será um dos mais atingidos. De acordo com a presidente da Amazonastur, Oreni Braga, este cenário atual do aeroporto já vem se arrastando há anos. “Trata-se de um aeroporto construído há quase 40 anos, para uma realidade que, atualmente, não tem significado nenhum para a dinâmica econômica e turística do Estado. É de bom tom ressaltar que, mesmo o aeroporto com horários vagos para atender novos voos, a malha aérea nacional é que define os horários que as companhias devem voar para os Estados”, explicou.
Oreni informou que o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes foi projetado para atender um milhão de passageiros, mas atualmente vem recebendo mais de dois milhões. “Só por esse número, não precisa ser estudioso do caso, para perceber que o aeroporto vem operando no seu limite”, disse. A dirigente diz que se for criado espaços adequados para atender as novas companhias aéreas (chek in), que passaram a voar para Manaus, grande parte dos problemas começará a ser solucionado. Oreni Braga disse ainda que o Governo do Estado, por meio da Amazonastur, desde 2003 vem adotando medidas, junto a Infraero local e nacional e Ministério da Defesa, no sentido de sensibilizar as autoridades federais para o grave problema do portão de entrada para o turismo amazonense. A média anual de crescimento no fluxo de turista no Estado é de 12% durante os anos de 2003 e 2009. Só nos dois primeiros meses de 2010, o Estado já registrou um crescimento de 8, 95% (em relação a janeiro de 2009) e 5,81% (em relação a fevereiro de 2009).
Comentário: Parece notícia antiga, mas a Infraero jura que esta tudo funcionando e que está tudo sob controle. Parece que o órgão oficial de Turismo do Amazonas - Amazonastur discorda desta posição. Alerta: pelo andar da carruagem, a maioria das obras nem sequer tem plano executivo ou mesmo foram licitadas, o que há são desenhos gráficos dos possíveis projetos. Neste cenário teremos três opções: superfaturamento (corrupção, desvio de dinheiro, entre outras situações já descobertas em outros contratos de modernização dos aeroportos), obras simplesmente não serão realizadas a tempo ou ficaremos com os "módulos operacionais" ou "puxadinhos". Lembrando que estes módulos temporários aumentam os gastos de modernização, pois além da construção inevitável do terminal novo, já se gastou com estas construções, além de enganar o consumidor, pois a tarifa de embarque é para custear instalações modernas e confortáveis e não puxadinhos de aeroportos.

Fonte: Panrotas e Amazonastur
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